
Adeus Brasil. Hello Bráziu!
Portugal criou o Brasil, e o Brasil cresceu, mudou de nome e culpa-nos por tudo. Está na hora de aceitar o fim da relação e deixar o Braziu seguir o seu caminho… com todos os seus Kevins, bagulhos e “ficantes”.

Portugal criou o Brasil, e o Brasil cresceu, mudou de nome e culpa-nos por tudo. Está na hora de aceitar o fim da relação e deixar o Braziu seguir o seu caminho… com todos os seus Kevins, bagulhos e “ficantes”.

Em Portugal, governar tornou-se sinónimo de adiar — adiar decisões, adiar reformas, adiar o país. O plano é não ter plano. E enquanto os relatórios se acumulam e os diagnósticos se repetem, continuamos em campo… à espera de um golo que ninguém quer marcar.

Quarenta anos depois de ajoelhar diante de Bruxelas, Portugal continua o aluno bem-comportado da Europa: um país que troca barcos por fundos, dignidade por relatórios e progresso por PowerPoints — sempre de gravata torta, mas feliz por lamber a mão que paga.

As juventudes partidárias são a fábrica onde se moldam futuros governantes — sem currículo, sem experiência, mas com discurso decorado e ambição desmedida. Bem-vindo ao berçário do poder.